segunda-feira, 2 novembro, 2026
  • Anuncie
  • Contatos
EXTRA1
No Result
View All Result
  • Home
  • POLÍTICA
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • CIDADES
  • ENTRETENIMENTO
  • SAÚDE
  • MEIO AMBIENTE
  • MUNDO
  • GERAL
  • Colunas
    • Motor Mais
  • Home
  • POLÍTICA
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • CIDADES
  • ENTRETENIMENTO
  • SAÚDE
  • MEIO AMBIENTE
  • MUNDO
  • GERAL
  • Colunas
    • Motor Mais
No Result
View All Result
EXTRA1
No Result
View All Result
Home DESTAQUES

Fapepi investe em projeto no semiárido piauiense para recuperação da biodiversidade

No Piauí, os estudos estão sendo executados nas regiões de Gilbués e Santo Antônio de Lisboa.

Flávio Figueredo por Flávio Figueredo
12 de março de 2024
em DESTAQUES, MEIO AMBIENTE

Em meio ao cenário do semiárido piauiense, um projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) está trazendo esperança e conhecimento para a região. Intitulado “Revegetação como Estratégia de Recuperação da Biodiversidade em Unidades de Recuperação de Áreas Degradadas e Redução da Vulnerabilidade Climática (Urad) no Semiárido Piauiense”, o projeto tem como objetivo central estudar a biodiversidade do solo em áreas sujeitas à degradação e explorar o potencial de estratégias de recuperação, como o uso de cordões de pedra e revegetação, para restaurar as propriedades biológicas do solo.

Atualmente, a região nordeste enfrenta desafios significativos relacionados à desertificação e degradação do solo, afetando estados como Piauí, Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. No Piauí, os estudos avançados estão sendo executados nas regiões de Gilbués e Santo Antônio de Lisboa.

Em Gilbués, os estudos concentram-se na monitorização da biodiversidade do solo, enquanto em Santo Antônio de Lisboa, a área foi contemplada com a implantação da Urad, local onde são realizadas as coletas e monitoramentos do solo para análises posteriores. O projeto é conduzido por uma equipe multidisciplinar, envolvendo professores, alunos de graduação e pós-graduação em Agronomia da Universidade Federal do Piauí (UFPI), além da colaboração de pesquisadores de outras instituições brasileiras, como a Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Ufape) e Universidade de São Paulo (USP), bem como da University of Groningen.

As análises do solo são realizadas no Laboratório de Microbiologia do Solo da UFPI, enquanto o sequenciamento do DNA é conduzido na UFC. Até o momento, os resultados obtidos revelam um quadro preocupante de degradação do solo, caracterizado pela redução da atividade biológica, diminuição da diversidade microbiana e alteração na comunidade de bactérias e arqueias.

Apesar dos desafios, o projeto tem revelado avanços promissores. A implementação de estratégias de revegetação e utilização de cordões de pedra demonstra potencial na recuperação das propriedades biológicas do solo. No entanto, o tempo desde a implementação do projeto, em 2019, foi insuficiente para promover uma recuperação completa.

Para o professor da UFPI, Ademir Sérgio, que encabeça o estudo, além do impacto ambiental e científico, o projeto tem relevância social ao destacar a importância da preservação da vegetação do solo e, por conseguinte, da biodiversidade. Para o pesquisador, que foi considerado um dos mais influentes do mundo pelo ranking elaborado pela Universidade de Stanford (Califórnia, Estados Unidos), do ponto de vista científico, o projeto também contribui para a formação de recursos humanos em pesquisa, além de futura publicação dos resultados em revistas internacionais de renome, como a Scientific Reports (Nature).

O projeto de revitalização do solo no semiárido piauiense representa uma esperança tangível para uma região frequentemente assolada pela degradação ambiental. Com esforços contínuos e colaboração interdisciplinar, a restauração da biodiversidade do solo não é apenas uma possibilidade, mas uma realidade que está sendo construída passo a passo. Este projeto vai além do âmbito científico, tendo um impacto social significativo para garantir a sustentabilidade ambiental e a qualidade de vida das comunidades locais piauienses.

Fonte: Ccom

Tags: biodiversidadeFapepiMeio ambientesemiárido

Leia Também

Governo do Piauí deve enviar ajuda humanitária para o Rio Grande do Sul
DESTAQUES

Corpo de Bombeiros orienta população sobre segurança nos cemitérios durante o Dia de Finados

Palmeiras vence o Vasco e abre vantagem na semifinal da Copa do Brasil
DESTAQUES

Palmeiras vence o Vasco e abre vantagem na semifinal da Copa do Brasil

Senado analisa proibição a cursos à distância em saúde e educação física
DESTAQUES

Senado analisa proibição a cursos à distância em saúde e educação física

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mercedes
Peugeot

RECENTES

Governo do Piauí deve enviar ajuda humanitária para o Rio Grande do Sul

Corpo de Bombeiros orienta população sobre segurança nos cemitérios durante o Dia de Finados

Palmeiras vence o Vasco e abre vantagem na semifinal da Copa do Brasil

Palmeiras vence o Vasco e abre vantagem na semifinal da Copa do Brasil

Senado analisa proibição a cursos à distância em saúde e educação física

Senado analisa proibição a cursos à distância em saúde e educação física

Setor de serviços responde por 57% das novas empresas abertas no Piauí em 2026

Setor de serviços responde por 57% das novas empresas abertas no Piauí em 2026

  • Anuncie
  • Contatos

Direitos autorais © 2023 Extra1 - A Extra1 não é responsável pelo conteúdo de sites externos. Leia sobre nossa abordagem à vinculação externa.

No Result
View All Result
  • Home
  • POLÍTICA
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • CIDADES
  • ENTRETENIMENTO
  • SAÚDE
  • MEIO AMBIENTE
  • MUNDO
  • GERAL
  • Colunas
    • Motor Mais

Direitos autorais © 2023 Extra1 - A Extra1 não é responsável pelo conteúdo de sites externos. Leia sobre nossa abordagem à vinculação externa.