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Aos 42 anos, Luciléia comemora estar na primeira Copa do Mundo da FIFA

Maior artilheira da história da Seleção Brasileira, pivô disputa o mundial como a jogadora mais velha da competição e celebra uma trajetória marcada por luta e conquistas das mulheres na modalidade

Flávio Figueredo por Flávio Figueredo
21 de novembro de 2025
em DESTAQUES, ESPORTES
Foto: Fabio Souza/CBF

Lucileia tem 42 anos, estampa nas costas a lendária camisa 10 e acumula a experiência de quase duas décadas no futsal. Com 91 gols em 81 jogos com a Seleção Brasileira, a pivô é a maior artilheira do Brasil e também a jogadora mais experiente da Copa do Mundo Feminina de Futsal da FIFA. Mas a trajetória até se tornar uma das protagonistas desse mundial com muitos títulos e gols na carreira começou num quarto vazio em casa.

“Minha história com o futsal começa desde pequena. Eu não tinha muitas meninas pra jogar, muitas vezes jogava sozinha”, lembra. “Na casa da minha mãe tinha um quarto vazio e lá eu arrumava os chinelos e fazia as traves. Era meu divertimento.”

O caminho, porém, nem sempre foi de incentivo. Lucileia conta que quando começou a jogar quase não tinham meninas no esporte e o futsal ainda era visto como esporte masculino. “Minha mãe não gostava muito que eu jogasse. Mas depois ela entendeu que era minha paixão ao ver meus primeiros títulos e troféus”, revela. Depois toda família passou a apoiar, acompanhar os jogos e vibrar com cada conquista. “Estar jogando o mundial é motivo de orgulho para eles. Toda hora mandam mensagem querendo saber quando vai ser o próximo jogo”, conta.

TRAJETÓRIA

Foi na escola, em Santo Ângela, no Rio Grande do Sul, sua cidade natal, que Luciléia teve o primeiro contato com o futsal. Os primeiros passos na modalidade foram na equipe feminina, que disputava torneios regionais, estaduais, até que, em 2005, conquistou uma vaga inédita para a Taça Brasil. O desempenho chamou a atenção do Kindermann, de Santa Catarina, que a contratou em 2006. “Eu não pensei duas vezes. Em 2006 me transferi pra Santa Catarina e foi ali que conquistei meus maiores títulos e cheguei à seleção.”

Depois de seis anos em Kinderman, ela decidiu realizar sonho de jogar fora do país. A oportunidade chegou com o Sinai, na Ilha da Sardenha. “Eu já queria alguns objetivos diferentes daquilo que eu estava acostumada. Já tinha algumas brasileiras nesse time e isso me ajudou muito, porque eu não conhecia a língua. Sou tímida e isso facilitou bastante no começo.

Atualmente com a carreira consolidada na Europa, Luciléia conta que sempre sente saudade do Brasil. Ela descreve que retornar ao Brasil é um reencontro com suas origens. “O Brasil é minha casa. Por mais que eu esteja há muito tempo jogando gora, quando estou de ferias, é sempre uma alegria. Sinto falta daquele arroz com feijão e o chimarrão. Eu sendo gaúcha sempre levo erva-mate e tomo lá. Mas é diferente de tomar chimarrão no Brasil”, diz, entre risos.

PRIMEIRA COPA DO MUNDO FIFA

Lucileia vive a disputa do primeiro mundial feminino FIFA como a realização de uma geração inteira. “A gente esperou muitos anos para ter essa oportunidade. Esse mundial é o reconhecimento de todo o trabalho de muitas gerações que não tiveram condições de jogar uma competição desse nível. Vai ser um divisor de águas para o futsal feminino”, afirma.

Ela destaca a força do elenco brasileiro, mas alerta para os detalhes decisivos. Para Luciléia, uma das referencias do futsal mundial, o Brasil chega forte e pronto. “É uma seleção bem preparada. Lutamos muitos anos para ter esse mundial. O Brasil com a bola no pé é uma das melhores seleções do mundo. Mas, pra vencer, precisa cuidar da parte mental. Confio 100% nessas meninas.”

Aos 42 anos, a jogadora vê o mundial como uma vitória de todas as mulheres que construíram o futsal feminino no país e no mundo. “Quando eu comecei, as dificuldades eram enormes. Hoje, fico feliz que a próxima geração terá um futsal melhor. Que elas sigam lutando e deixem a modalidade ainda mais forte para quem vier depois.”

“Sempre tivemos uma história de luta e sacrifício mas depois de tantos anos o reconhecimento chegou. Quem veste essa camisa sabe da responsabilidade, mas também sabe o peso de quem pode entregar algo grande”. conclui.

Fonte: CBF

Tags: Copa do MundoFutsalLuciléia

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