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Centro de Tecnologia e Artefatos Minerais fortalece cadeia da opala em Pedro II

O espaço foi modernizado com apoio do Governo do Estado, por intermédio da Fapepi

Flávio Figueredo por Flávio Figueredo
24 de maio de 2026
em CIDADES, DESTAQUES

O município de Pedro II deu um passo decisivo para consolidar sua cadeia produtiva no setor de pedras preciosas, especialmente, da opala, com a entrega do Centro de Tecnologia e Artefatos Minerais (Cetam). O local passou por um amplo processo de reforma e modernização, que o transformou em um novo polo de qualificação do setor no Piauí, com a oferta de cursos e atividades em áreas como gemologia, lapidação, ourivesaria, design 3D, prototipagem e fundição de joias.

Segundo Lilane Brandão, coordenadora do Arranjo Produtivo Local (APL) da Opala, a entrega simboliza a consolidação de um trabalho iniciado há dois anos, baseado em inovação, empreendedorismo e sustentabilidade. Ela destacou que, com apoio do Governo do Estado, por intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), e do Sebrae, profissionais de Pedro II participaram da feira Tecnogold, adquiriram equipamentos mais modernos e passaram a incorporar tecnologias, como impressão 3D e softwares avançados de modelagem.

Professora Lilane Brandão, coordenadora do APL da Opala. Foto: Cristiane Araújo.

Lilane também ressaltou que, além da gemologia, o APL da Opala atua em diferentes frentes estratégicas e a próxima etapa será ampliar as ações voltadas aos garimpeiros, buscando fortalecer políticas públicas ligadas à saúde, segurança social e valorização da base produtiva da mineração.

Foto: Cristiane Araújo

Sobre o papel da APL da Opala, o coordenador adjunto, Érico Gomes, reforçou que ele vai além da joalheria e da ourivesaria “Este ano vamos concentrar esforços na base invisível da cadeia, que envolve o garimpeiro, a produção da opala, o comércio e o fortalecimento do empreendedor local”, afirmou.

Presente na solenidade, o presidente da Fapepi, João Xavier, destacou a relevância global do mineral para a identidade piauiense. “A opala é o que mais faz o Piauí ser conhecido lá fora, ao lado de figuras como a professora Niéde Guidon”, afirmou o gestor, ressaltando o papel da ciência e do fomento estatal na valorização do patrimônio mineral.

João Xavier, presidente da Fapepi. Foto: Cristiane Araújo.

A inauguração do espaço integrou a programação da Caravana das Opalas e marcou a formalização de uma parceria estratégica com a Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Estado do Rio de Janeiro (AJORIO), visando fortalecer as conexões comerciais e institucionais da pedra preciosa piauiense com mercados nacionais e internacionais.

A presença da comitiva carioca liderada por Carla Pinheiro, diretora da FIRJAN e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Gemas & Metais Preciosos (IBGM), sinaliza novos mercados para a opala. A parceria prevê rodadas de negócios (B2B) e a inclusão da cooperativa local em projetos internacionais da Apex-Brasil.

Carla Pinheiro, diretora da FIRJAN e vice-presidente do IBGM. Foto: Cristiane Araújo.

“Fiquei muito surpresa, não só com a organização do APL, mas também com todos os stakeholders envolvidos nesse movimento para gerar riqueza, capacitação e desenvolvimento local. Minha expectativa é levar as opalas, não só para a indústria do Rio, mas para o mundo. Já deixamos o convite para a participação na Feninjer, a maior feira de joias da América Latina”, afirmou Carla Pinheiro.

A programação contou ainda com a visita da comitiva de joalheiros e relojoeiros à Mina do Mamoeiro, uma das principais áreas de extração de opala no município. A atividade permitiu aos visitantes conhecerem de perto o processo de mineração, além de negociar diretamente a aquisição de pedras preciosas e joias produzidas em Pedro II.

Fonte: Ascom Fapepi

Tags: Centro de Tecnologia e Artefatos MineraisCetamFapepiOpalaPedras Preciosas

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