domingo, 26 julho, 2026
  • Anuncie
  • Contatos
EXTRA1
No Result
View All Result
  • Home
  • POLÍTICA
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • CIDADES
  • ENTRETENIMENTO
  • SAÚDE
  • MEIO AMBIENTE
  • MUNDO
  • GERAL
  • Colunas
    • Motor Mais
  • Home
  • POLÍTICA
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • CIDADES
  • ENTRETENIMENTO
  • SAÚDE
  • MEIO AMBIENTE
  • MUNDO
  • GERAL
  • Colunas
    • Motor Mais
No Result
View All Result
EXTRA1
No Result
View All Result
Home GERAL

Brasil terá 23 novas plataformas de produção de petróleo até 2028

Projeção é que ampliação gere 21 mil empregos diretos e indiretos

Flávio Figueredo por Flávio Figueredo
26 de julho de 2023
em GERAL

No período de 2023 a 2028, entrarão em operação no país 23 novas unidades estacionárias de produção (UEPs), que são as plataformas de produção de petróleo e gás. Desse total, 19 UEPs ficarão no estado do Rio de Janeiro, uma em São Paulo, uma no Espirito Santo e duas em Sergipe. O dado consta do Anuário de Petróleo 2023, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

As 23 plataformas de produção responderão pela geração de cerca de 21 mil novos postos de trabalho, sendo 6,9 mil diretos, nas plataformas, e 13,8 mil indiretos, nos diversos segmentos da cadeia produtiva, que envolvem, entre outras atividades, apoio marítimo, manutenção e reparo, escoamento da produção, reposição de equipamentos e peças, operações portuárias e bases de apoio, e transporte de passageiros.

O especialista de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, Sávio Bueno, destacou nesta quarta-feira (26), em entrevista à Agência Brasil, que esse quantitativo de empregos não inclui o efeito multiplicador na economia, com movimentação em hotéis e no comércio, por exemplo. O gerente de Projetos de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, Thiago Valejo, completou que mais de 17 mil postos de trabalho deverão ser localizados no território fluminense.

Entre 2023 e 2025, 13 plataformas entrarão em operação, com 3,9 mil novos postos de trabalho diretos e 7,8 mil indiretos. E, entre 2026 e 2028, mais 10 novas UEPs, com 3 mil novos postos diretos e 6 mil indiretos.

Remuneração

Sávio Bueno destacou que a entrada em operação das novas plataformas movimentará o mercado de trabalho no país, oferecendo oportunidades de remuneração elevada, tanto para profissionais com formação superior, como técnica. De acordo com levantamento da Firjan, feito em junho deste ano com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), os salários médios iniciais no setor de extração de petróleo e gás alcançam R$ 13.685. “A maior parte das atividades exige nível tecnológico elevado”, comentou Thiago Valejo.

A Firjan identificou as principais formações profissionais demandadas pelas empresas que atuam na exploração de petróleo e gás. Para o nível superior, os destaques são engenharias mecânica, química e elétrica; administração; economia e contabilidade. Em nível técnico, a maior procura é para especialistas em mecânica, eletrônica, mecatrônica, automação e elétrica.

Produção

Savio Bueno informou que até o final da década, a produção nacional de petróleo deverá alcançar cerca de 4,8 milhões de barris diários, número bem superior aos 3 milhões de barris/dia atuais. A maior parte da produção deverá ficar no estado do Rio de Janeiro, que já detém 85% da produção nacional, “com potencial de alcançar, até 2025, mais de 90%”. Bueno diz acreditar que até 2028, a participação do Rio de Janeiro deverá cair um pouco, porque as novas UEPs de São Paulo, Espírito Santo e Sergipe entrarão em operação. Além disso, haverá declínio dos campos da Bacia de Campos. “Ainda assim, o Rio de Janeiro deverá responder por uma parcela maior que a atual na produção de petróleo e gás”.

Thiago Valejo comentou que esse é um processo natural que se observa com a entrada em funcionamento de novas plataformas em outras unidades da Federação. Mesmo assim, estimou que o volume de produção do Rio de Janeiro se manterá elevado, devendo atingir entre 87% e 88%, em 2030, “volume que é muito maior do que hoje”. O gerente da Firjan lembrou que o Rio de Janeiro “sempre foi líder na produção de petróleo”.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Roberto Rosa/Petrobras

Tags: FirjanPetróleoPetróleo e gás

Leia Também

Anvisa interdita cosméticos usados irregularmente como injetáveis
DESTAQUES

Anvisa proíbe fabricação e venda de cosméticos irregulares; Confira a lista

6º Fórum Estadual dos Pontos de Cultura do Piauí inicia nesta sexta (24) em Floriano
DESTAQUES

6º Fórum Estadual dos Pontos de Cultura do Piauí inicia nesta sexta (24) em Floriano

Startups podem receber até R$ 6 milhões em investimentos do Fundo Capital Semente do BNB
DESTAQUES

Startups podem receber até R$ 6 milhões em investimentos do Fundo Capital Semente do BNB

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mercedes
Peugeot

RECENTES

Anvisa interdita cosméticos usados irregularmente como injetáveis

Anvisa proíbe fabricação e venda de cosméticos irregulares; Confira a lista

Grupo de Iniciação Científica do IFPI do Campus Oeiras se destaca com pesquisas inovadoras na área de novos materiais

Grupo de Iniciação Científica do IFPI do Campus Oeiras se destaca com pesquisas inovadoras na área de novos materiais

Unicef mapeia cidades onde crianças estão expostas a riscos ambientais

Unicef mapeia cidades onde crianças estão expostas a riscos ambientais

JETOUR lança T2 XWD 4×4 no Brasil com tração integral inteligente e bateria de 43,2 kWh

JETOUR lança T2 XWD 4×4 no Brasil com tração integral inteligente e bateria de 43,2 kWh

  • Anuncie
  • Contatos

Direitos autorais © 2023 Extra1 - A Extra1 não é responsável pelo conteúdo de sites externos. Leia sobre nossa abordagem à vinculação externa.

No Result
View All Result
  • Home
  • POLÍTICA
  • EDUCAÇÃO
  • ESPORTES
  • CIDADES
  • ENTRETENIMENTO
  • SAÚDE
  • MEIO AMBIENTE
  • MUNDO
  • GERAL
  • Colunas
    • Motor Mais

Direitos autorais © 2023 Extra1 - A Extra1 não é responsável pelo conteúdo de sites externos. Leia sobre nossa abordagem à vinculação externa.